Número total de visualizações de páginas

domingo, 23 de dezembro de 2012

Eles

Ela reparou nele. Ele não a viu. Ela preferiu assim. Ele estava totalmente descontraído, a fazer o que mais gosta. Ela gostou. Ele nem suspeitava. Ela fez por conhece-lo. Ele ignorou. Ela esqueceu.

Ele voltou a aparecer. Ela tentou de novo. Ele não ignorou. Ela gostou. Ele achou piada. Ela gostou ainda mais. Ele ficou intrigado. Ela apareceu. Ele viu-a. Ela não o viu. Ele esqueceu.

Ela voltou a tentar. Ele voltou a deixar. Ela fê-lo rir. Ele pô-la a sorrir. Ela cativou-o. Ele quis mais. Ela falou mais e mais. Ele não a deixou. Ela duvidou. Ele aceitou. Ela fez asneira. Ele quer. Ela quer. Ela mente. Ele deixa.

Ela volta. Ele agarra. Ela deixa-se agarrar. Ele tenta. Ela quer. Ele vai ter com ela. Ela quer. Ele quer. Ela agarra. Ele gosta. Ela gosta. Eles amam-se.

Alfa.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Lá no fundo, no fundo...


No fundo tu sabes, no fundo tu sempre soubeste! O problema é que tu não gostas de coisas profundas e de razões absolutas, o problema é que tu odeias achar que a tua opinião verdadeira e tão rebuscada não irá mudar.
Por isso é que começas por negar o que todos dizem ser óbvio, por isso é que dás a entender a ti e a meio mundo que o que acontece realmente é o que tu sempre defendeste. É por isto e aquilo que mentes a ti próprio e a todos os outros.

Mas no fundo tu sabes, no fundo tu sempre soubeste! E nunca foste capaz de admitir que não vai resultar, que o que desejas não se concretizará e que o feito foi um grande erro. Gostas até de dizer que não te arrependes de nada e que são “coisas da vida”. Mas na verdade davas tudo para voltar atrás e marcar a tua posição, seres do contra, ou simplesmente não viver o que viveste.
Achas que tudo o que deste até agora foi um erro e que se não te tivesses deixado levar estavas muito melhor, que o “não sabes se não experimentares” é uma calúnia e apenas serve para te deixar mal na fotografia, que por causa dos “e se” foste avançando nalgo que não te deu segurança nenhuma, muito pelo contrário, te deixou sem chão.
Mas vá lá, não vamos ser dramáticos, porque no fundo, no fundo tu sabes e no fundo tu sempre soubeste!

Agora tens dois caminhos, ou continuas, ou paras. No fundo tu sempre soubeste que ias chegar a este impasse…
Nos primeiros desesperos decides continuar, mas no fundo sabes que não te vai dar em nada e que estás a lutar por nada.
E é então que chega o momento, já não se trata de desespero, já não te importas de ser profundo e só queres racionalizar tudo, já não queres saber se és fraco por desistir ou se continuar te levaria a algo, apenas queres parar, queres deixar o que estavas a fazer e começar de novo, melhor, tu não queres começar nada, tu queres nada!

Tu, queres tu. Queres deixar de saber tudo lá tão no fundo e começar a saber tudo, bem ao de cima e primeiramente. Querias deixar de cometer os mesmos erros, para não teres de voltar a negar nada, para não teres de voltar à rotina e aquele ciclo vicioso do tentar sem dar em nada.

E mesmo estando a repetir-me digo-te, TU SEMPRE SOUBESTE, no fundo, tu sempre soubeste, por isso levanta a cabeça, deixa de ser pessimista e começa a admitir o que SEMPRE SOUBESTE!

Alfa

domingo, 10 de junho de 2012

Objectividade VS Subjectividade

Vou tentar ser objectiva...na verdade não é possível sê-lo, verdade! Descobri isso à pouco tempo, numa daquelas megas tentativas de racionalizar tudo o que nos acontece, achava que a melhor maneira de perceber tudo era racionaliza-la, ao fim e ao cabo ser objectiva.
E pronto, admito que também me foi dito numa aula de psicologia que o ser humano é um ser subjectivo, porque tem desejos, vontades, sentimentos e todas aquelas coisas de que os rapazes se sentem demasiado machos para falar ou demasiado românticos para ignorar - defendo a teoria de que as raparigas são mais homogéneas nestes assuntos.
E pronto, lá estou eu a deixar de ser objectiva sobre a objectividade deste post! Vêm como é difícil?
Continuando...não é possível ser objectiva, logo, não me é possível compreender tudo o que desejava, isto porque todas aquelas lamechices atrás mencionadas não o permitem. Tentem, com qualquer assunto vão se aperceber do mesmo que eu.
Por exemplo, afirmar que a praia é um bom programa de férias, não pode ser uma objectivo, isto porque como já o meu colega de peça diria "isso é relativo", ou seja, tudo se torna relativo, porque nada é objectivo. Se eu gostar de praia, será um bom programa, se eu não gostar, serão mil as razões para negar a afirmação.
Com tudo isto quero, indirectamente dizer que - Não vale a pena, não tentes pensar nisso objectivamente, não tentes pensar "com a cabeça", perceber se é o mais certo ou o mais errado, se te faz bem ou mal, se queres muito ou pouco, se te vais arrepender ou não, PORQUE NÃO VALE A PENA!! E sim, lá estou eu a ir outra vez para os assuntos do sentimentalismo...

É por isso que pedimos conselhos, ajuda, é por esta subjectividade e fraca capacidade de compreender tudo "preto no branco" que passamos a vida a falar da mesma pessoa, do mesmo tema e com a mesma pergunta aos nossos amigos e afins. Porque no fundo sabemos a falta de auto-controlo e pulso forte nas decisões que tomamos.

Então vá, aqui tens uma óptima desculpa para errar vezes sem conta, assim só tens de pensar, É uma questão de ciência, não consigo ser objectivo, logo não posso tomar boas decisões. Vais ver como vais ficar mais leve. hihi

Alfa

terça-feira, 3 de abril de 2012

Beyond Friendship


http://www.youtube.com/watch?v=JYUupuJNfug
"Um dia disseram-me para não olhar para o passado, porque ele não volta.
Que as saudades não eram reais e as lembranças inúteis.
Eu não percebi porquê!
Ele! Ele...foi a melhor coisa que me aconteceu. A melhor lembrança seleccionada, o meu maior vicio, a minha droga leve...que de leve não teve nada.
Ele foi...algo inesperado. Algo que jamais desejarei possuir."

...

"Como eu disse, ele foi a melhor coisa que me aconteceu. 
O meu maior vicio, a minha droga leve. Foi!
Se pensar em tudo o que foste para mim, um pequeno pedaço meu morre. 
E foste tu a mata-lo..."

...

"Foste a mais bela e desejada atracção. A mais pura ilusão.
Foste um amigo...um amigo que deixou de o ser quando me entreguei a ti...ai se eu ao menos tivesse mantido apenas esta amizade...
Talvez assim não te odiasse.
Talvez assim não sentisse esta raiva e nojo que tenho por ti, actualmente!
Foste a melhor coisa que me aconteceu. 
A melhor lembrança seleccionada, o meu maior vicio, a minha droga dele.
Foste...
Agora és apenas passado, passado que não tenciono voltar a ter.
Lembrança inútil que não pretendo recordar.
Mas estás em mim! Preso a mim! 
E por muito que te queira apagar...marcaste-me. E por mais que te odeie, já te desejei.
E agora?
Agora quero ser EU, EU sem TI, sem um Nós!
Foste...mas já não és..."
Alfa





sábado, 10 de março de 2012

Note to your self

Sem jogos...sem esquemas...sem segundas intenções e sem suposições.

Para leres este post tens de esquecer tudo o que escrevi anteriormente, pelo menos se o tencionares interiorizar minimamente. Por isso...
Esquece tudo o que te disse até agora, esquece as analises ao teu "parceiro", esquece "as técnicas", esquece...concentra-te só no que queres, no que tê-lo pode significar para ti e o que pode mudar.
Tens medo de ser enganado/a, normal. Mas vais aprender com isso e crescer. Parece um pouco cliché e nada novo o que te digo, o que é compreensível, mas tens de compreender que o que é um clássico, o é por alguma coisa. Se era mais fácil já saber com o que contar, quem está certo e errado, quem vale ou não a pena, sim, mas assim não tinha piada nenhuma.
Tens de aprender a confiar, a ouvir e a deixar-te levar, a não controlar tudo, a não analisar tudo o que acontece à tua volta e que o/a envolve. Tens de te deixar ser "enganado" para saberes o que queres realmente, não que devas ser cego/a e perdoar tudo, não, quando me refiro a ser enganado é deixares-te ir pelos erros dele/a.
Não o/a generalizes, não compares pessoas, não tentes sequer compreende-lo/a, não vai valer a pena.
Se não sabes se queres mesmo...deixa andar...deixar andar sempre resultou com meio mundo, a outra metade que não deixa andar, deixa-se ser andado. (que trocadilho tão mal conseguido).
Não importa o quando queres, como queres e quanto queres, se não dá, aprende a desistir, claro que há mil e uma técnicas para o/a teres de volta, mas nenhuma delas te vai satisfazer, vais ter de aprender a desistir e a deixa-lo/a ir.
As saudades e a tua dor não são nada comparado ao que consegues fazer quando estás bem. E vais estar bem, mais cedo ou mais tarde vais te rir de tudo isto.
E tudo isto para apenas dizer que quando for a pessoa mais que certa, quando for a melhor, não vais precisar de nenhumas das indicações que te dei antes, sê tu, aceita-o/a e vai correr bem.
Sem jogos...sem esquemas...sem segundas intenções e sem suposições.

Alfa


P.S: Isto é apenas um daqueles mega desabafos que provavelmente vou achar ridículos mais tarde, mas vá, até eu posso ter destes momentos de pessoa que acredita em mais que "preto no branco" ahahah.