No fundo tu sabes, no fundo tu sempre soubeste! O problema é
que tu não gostas de coisas profundas e de razões absolutas, o problema é que
tu odeias achar que a tua opinião verdadeira e tão rebuscada não irá mudar.
Por isso é que começas por negar o que todos dizem ser óbvio, por isso é que dás a entender a ti e a meio mundo que o que acontece realmente é o que tu sempre defendeste. É por isto e aquilo que mentes a ti próprio e a todos os outros.
Por isso é que começas por negar o que todos dizem ser óbvio, por isso é que dás a entender a ti e a meio mundo que o que acontece realmente é o que tu sempre defendeste. É por isto e aquilo que mentes a ti próprio e a todos os outros.
Mas no fundo tu sabes, no fundo tu sempre soubeste! E nunca
foste capaz de admitir que não vai resultar, que o que desejas não se
concretizará e que o feito foi um grande erro. Gostas até de dizer que não te
arrependes de nada e que são “coisas da vida”. Mas na verdade davas tudo para
voltar atrás e marcar a tua posição, seres do contra, ou simplesmente não viver
o que viveste.
Achas que tudo o que deste até agora foi um erro e que se
não te tivesses deixado levar estavas muito melhor, que o “não sabes se não
experimentares” é uma calúnia e apenas serve para te deixar mal na fotografia,
que por causa dos “e se” foste avançando nalgo que não te deu segurança
nenhuma, muito pelo contrário, te deixou sem chão.
Mas vá lá, não vamos ser dramáticos, porque no fundo, no fundo tu sabes e no fundo tu sempre soubeste!
Mas vá lá, não vamos ser dramáticos, porque no fundo, no fundo tu sabes e no fundo tu sempre soubeste!
Agora tens dois caminhos, ou continuas, ou paras. No fundo
tu sempre soubeste que ias chegar a este impasse…
Nos primeiros desesperos decides continuar, mas no fundo
sabes que não te vai dar em nada e que estás a lutar por nada.
E é então que chega o momento, já não se trata de desespero, já não te importas de ser profundo e só queres racionalizar tudo, já não queres saber se és fraco por desistir ou se continuar te levaria a algo, apenas queres parar, queres deixar o que estavas a fazer e começar de novo, melhor, tu não queres começar nada, tu queres nada!
E é então que chega o momento, já não se trata de desespero, já não te importas de ser profundo e só queres racionalizar tudo, já não queres saber se és fraco por desistir ou se continuar te levaria a algo, apenas queres parar, queres deixar o que estavas a fazer e começar de novo, melhor, tu não queres começar nada, tu queres nada!
Tu, queres tu. Queres deixar de saber tudo lá tão no fundo e
começar a saber tudo, bem ao de cima e primeiramente. Querias deixar de cometer
os mesmos erros, para não teres de voltar a negar nada, para não teres de
voltar à rotina e aquele ciclo vicioso do tentar sem dar em nada.
E mesmo estando a repetir-me digo-te, TU SEMPRE SOUBESTE, no
fundo, tu sempre soubeste, por isso levanta a cabeça, deixa de ser pessimista e
começa a admitir o que SEMPRE SOUBESTE!
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